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10 PROPRIEDADES QUE FAZEM PARTE DA VIAGEM

Soneva Jani, Maldivas.

Há hotéis que servem como ponto de partida para conhecer uma cidade. E há aqueles em que a própria hospedagem se transforma em parte essencial da experiência. São hotéis que fazem parte da viagem tanto quanto o destino em que estão.

Em alguns lugares, é a arquitetura que chama atenção. Em outros, é a paisagem, a gastronomia, a história ou a possibilidade de viver experiências que simplesmente não aconteceriam da mesma maneira em outro endereço.

Na hotelaria de alto padrão, essa diferença importa. O serviço continua sendo fundamental, mas hoje o viajante também procura personalidade, conexão com o destino e experiências que façam sentido dentro da viagem.

10. Hotel das Cataratas, A Belmond Hotel

Dormir dentro de um dos grandes cenários naturais do Brasil.

Poucos hotéis têm uma localização tão privilegiada quanto o Hotel das Cataratas.

Situado dentro do Parque Nacional do Iguaçu, o hotel coloca seus hóspedes diante de uma das paisagens naturais mais impressionantes do Brasil. E existe uma diferença importante entre visitar as Cataratas e estar hospedado ao lado delas.

Quando o parque está fechado para o público, os hóspedes têm a oportunidade de experimentar as quedas d’água em momentos de menor movimento, quando a paisagem ganha outro ritmo.

A arquitetura colonial, os jardins e a atmosfera do hotel complementam a experiência sem competir com aquilo que realmente importa: a natureza ao redor.

Aqui, o endereço faz parte da viagem.

O que torna especial: a possibilidade de estar dentro do Parque Nacional do Iguaçu e viver as Cataratas em momentos mais exclusivos.

Ideal para: Casais, famílias, amantes da natureza e viajantes que querem redescobrir um dos grandes cenários brasileiros.

Combine com: Uma viagem pelo Sul do Brasil ou um roteiro que inclua Foz do Iguaçu como experiência de natureza antes de seguir para outros destinos da América do Sul.

Belmond é o único na América do Sul a ostentar a cotação máxima de cinco estrelas no Forbes Travel Guide, o que assegura um padrão de serviço irretocável. 

Durante as noites de lua cheia, a propriedade organiza caminhadas noturnas focadas na observação de arco-íris lunares, fenômeno óptico gerado pela refração da luz na névoa das quedas. 

A gastronomia é centralizada no Restaurante Itaipu, que aplica técnicas contemporâneas a ingredientes nativos e possui mesas na varanda voltada para o parque. O design de interiores mantém a estrutura original da década de 1950, integrando mobiliário em madeira de lei e azulejos portugueses originais pintados à mão. 

A infraestrutura inclui um spa dedicado a tratamentos com ativos botânicos brasileiros e um serviço de concierge responsável pela logística das expedições privadas, estruturando desde sobrevoos do parque até navegação de barco na base das cataratas.

9. Fogo Island Inn

Um hotel criado para pertencer ao lugar onde está

No extremo leste do Canadá, a Fogo Island parece estar em outro ritmo.

O Fogo Island Inn foi construído em uma ilha remota de Newfoundland e tem apenas 29 quartos. A arquitetura contemporânea se projeta sobre a costa rochosa, enquanto o interior incorpora materiais, objetos e trabalhos de artesãos da própria região.

Mas o que torna o hotel particularmente interessante não é apenas sua aparência.

A propriedade nasceu com uma proposta de contribuir para a economia e a continuidade cultural da comunidade local. As experiências oferecidas aos hóspedes também ajudam a aproximá-los da vida da ilha, de sua história e de suas tradições.

É o tipo de hotel em que a distância faz parte da experiência. Chegar até lá é apenas o começo.

O que torna especial: a relação entre arquitetura, comunidade, cultura local e natureza.

Ideal para: Casais, viajantes que buscam lugares remotos, amantes de arquitetura e quem procura uma experiência realmente diferente.

Combine com: Uma viagem pelo leste do Canadá, explorando Newfoundland e outras paisagens naturais da região.

Projetado pelo arquiteto Todd Saunders, o edifício principal utiliza estacas de sustentação para reduzir o impacto físico sobre o terreno rochoso

A operação financeira é estruturada pela fundação Shorefast, destinando a totalidade dos lucros para projetos de desenvolvimento local. A programação de expedições acompanha um calendário próprio de sete estações climáticas, definindo atividades que englobam a navegação próxima aos blocos de gelo oceânicos na primavera e a colheita de frutos silvestres no outono. 

A estrutura de lazer disponibiliza saunas aquecidas a lenha no terraço, banheiras externas de frente para o mar, sala de cinema e uma biblioteca focada em literatura regional. 

O setor gastronômico adota fornecimento estritamente endêmico, servindo pratos baseados em técnicas de conservação históricas em um salão com esquadrias de vidro contínuas que emolduram o oceano.

8. Aman Kyoto

Um refúgio entre floresta, silêncio e tradição japonesa

Kyoto é uma cidade que pode ser intensa. Templos, jardins, restaurantes, mercados e ruas históricas fazem parte de uma viagem cheia de descobertas.

Mas existe uma maneira completamente diferente de experimentar a cidade.

O Aman Kyoto está escondido entre áreas verdes ao norte da cidade, cercado por árvores, caminhos de pedra e um jardim que parece existir em outro tempo.

Com apenas 26 quartos, a propriedade combina arquitetura contemporânea, referências tradicionais japonesas e uma relação muito próxima com a natureza.

É um hotel que convida a desacelerar.

Depois de um dia explorando templos e bairros históricos, voltar para um lugar silencioso, cercado por árvores e com uma experiência de hospedagem tão intimamente ligada ao ambiente transforma completamente a percepção de Kyoto.

O que torna especial: a sensação de estar em meio à natureza sem abrir mão de estar em uma das cidades culturais mais importantes do Japão.

Ideal para: Casais, viajantes interessados em cultura, amantes de arquitetura e quem valoriza privacidade e tranquilidade.

Combine com: Uma viagem pelo Japão que permita explorar diferentes regiões do país com tempo suficiente para perceber as diferenças entre cada uma delas.

O design do complexo reinterpreta a estrutura dos ryokans tradicionais utilizando uma geometria minimalista e grandes painéis de vidro.

O hotel está localizado no distrito de Takagamine, aos pés da montanha Hidari Daimonji, e ocupa um terreno de 32 hectares que engloba 29 hectares de floresta nativa e jardins de musgo originalmente cultivados para abrigar um museu têxtil. 

A estrutura de relaxamento inclui banheiras de madeira hinoki em todos os quartos e um pavilhão de spa abastecido por águas termais subterrâneas naturais. 

A oferta gastronômica é dividida entre o The Living Pavilion, focado em pratos regionais, e o restaurante Taka An, voltado estritamente para a alta tradição culinária Kaiseki. Como ponte cultural, a propriedade organiza experiências privadas que vão desde cerimônias do chá e arranjos florais ikebana até sessões de meditação zen guiadas por monges locais em templos históricos que normalmente não são abertos ao grande público.

7. Singita Ebony Lodge

Quando o safári começa no momento em que você abre a porta

Em um safári, o hotel não é apenas o lugar onde você dorme entre um passeio e outro.

No Singita Ebony Lodge, no Sabi Sand, na África do Sul, a vida selvagem faz parte da experiência desde o momento em que você chega.

O lodge fica às margens do Sand River, em uma das regiões mais conhecidas da África do Sul para observação de animais. Os ambientes foram pensados para criar uma conexão constante com a paisagem, enquanto o serviço mantém o nível de conforto esperado de uma propriedade de alto padrão.

Mas o verdadeiro privilégio está do lado de fora.

Um dia pode começar com um safári ao nascer do sol, continuar com uma refeição tranquila e terminar novamente em meio à natureza, quando a atividade dos animais muda com a chegada da noite.

Aqui, a hospedagem não interrompe a experiência do safári. Ela faz parte dela.

O que torna especial: a combinação entre natureza, observação da vida selvagem, design e serviço altamente personalizado.

Ideal para: Casais, famílias, viajantes apaixonados por natureza e quem quer fazer seu primeiro ou próximo safári em grande estilo.

Combine com: Cidade do Cabo, vinícolas sul-africanas e outras regiões do país para criar uma viagem que combine gastronomia, cultura, natureza e vida selvagem.

Fundado como a primeira propriedade da marca.

O Singita Ebony Lodge está situado em uma concessão privada que compartilha fronteiras não cercadas com o Parque Nacional Kruger. Essa localização específica em Sabi Sand é reconhecida pela alta densidade populacional e frequência de avistamentos de leopardos. 

Por operar em uma reserva particular, os guias têm autorização para conduzir os veículos fora das trilhas demarcadas (off-road), viabilizando o rastreamento e a aproximação dos felinos na savana. 

O projeto arquitetônico das 12 suítes combina a estrutura de acampamentos de lona com amplas paredes de vidro, integrando mobiliário clássico de expedição a peças de arte contemporânea africana. Todas as acomodações contam com deques externos e piscinas privativas aquecidas posicionadas de frente para o rio, que funciona como um corredor natural para elefantes e outras espécies. 

A estrutura do lodge abriga uma das mais extensas coleções de vinhos de maturação da África, com degustações conduzidas por sommeliers residentes, e a operação da propriedade destina recursos diretos para o financiamento de unidades anticaça e para a Singita Community Culinary School, voltada à formação profissional da comunidade local.

6. Royal Mansour Marrakech

Uma viagem para dentro da arte marroquina

Em Marrakech, o Royal Mansour faz com que a hospedagem seja uma experiência por si só.

Em vez de quartos tradicionais, a propriedade é formada por riads de três andares, cada um com seus próprios ambientes e espaços privativos.

O hotel foi criado para apresentar diferentes aspectos do artesanato marroquino, e isso aparece em cada detalhe: trabalhos em madeira, mosaicos, tecidos, metais e elementos arquitetônicos produzidos por artesãos locais.

Ao mesmo tempo, sua localização permite estar próximo da Medina e de algumas das principais atrações da cidade.

É uma combinação interessante: você pode sair para explorar Marrakech e, poucos minutos depois, atravessar as portas do hotel e entrar em um universo completamente diferente.

O que torna especial: a arquitetura, o artesanato e a forma como a propriedade transforma a cultura marroquina em experiência de hospedagem.

Ideal para: Casais, famílias, amantes de arquitetura, gastronomia e cultura.

Combine com: Uma viagem pelo Marrocos que inclua Marrakech, deserto, montanhas do Atlas e outras regiões do país.

Construído por comissionamento direto do Rei Mohammed VI.

A infraestrutura do hotel não possui corredores de circulação convencionais; a logística de serviço opera de forma invisível por meio de uma rede de túneis subterrâneos de um quilômetro de extensão, permitindo que os funcionários acessem os 53 riads privativos diretamente pelos andares inferiores sem cruzar as áreas comuns dos hóspedes. 

A arquitetura de interiores exigiu o trabalho de mais de mil artesãos locais, aplicando proporções geométricas rigorosas na montagem das cerâmicas zellige, além de tetos em madeira de cedro esculpida e paredes revestidas em tadelakt. O terreno de cinco hectares é integrado às muralhas originais da cidade do século XII e segue a simetria do paisagismo árabe-andaluz, com pátios internos, oliveiras seculares e espelhos d’água. 

O setor gastronômico conta com restaurantes estruturados sob a direção de chefs que possuem múltiplas estrelas Michelin, como Hélène Darroze e Massimiliano Alajmo. O eixo de bem-estar centraliza-se em um spa de 2.500 metros quadrados, construído sob um átrio de ferro forjado branco inspirado em grandes aviários, que abriga suítes de tratamento e um autêntico circuito de hammam segmentado em três zonas térmicas progressivas.

5. The Singular Patagonia

Um hotel que transforma história industrial em experiência

Na Patagônia Chilena, o The Singular ocupa um antigo complexo industrial às margens do fiorde Última Esperanza.

A construção preserva elementos de sua história original e combina estruturas industriais com interiores contemporâneos, criando uma estética que foge completamente do padrão de um hotel de luxo convencional.

Do lado de fora, a paisagem domina: montanhas, água, vento e uma sensação constante de estar muito longe de tudo.

A partir do hotel, é possível explorar a região em diferentes experiências ao ar livre, enquanto a própria propriedade oferece piscina, spa e espaços para simplesmente observar a paisagem.

É um daqueles lugares em que a história do edifício e a natureza ao redor se tornam parte da experiência.

O que torna especial: a combinação pouco convencional entre patrimônio industrial, design contemporâneo e a paisagem da Patagônia.

Ideal para: Casais, aventureiros, amantes de fotografia, arquitetura e natureza.

Combine com: Torres del Paine e outros destinos da Patagônia Chilena para uma viagem dedicada à natureza e às grandes paisagens do extremo sul.

Declarado Monumento Nacional pelo governo chileno.

O complexo abriga as instalações restauradas do antigo Frigorífico Bories, erguido em 1915. A propriedade funciona parcialmente como um museu histórico, mantendo a casa de máquinas original intacta com motores e equipamentos industriais ingleses do século XX.

O projeto das acomodações utiliza concreto exposto e incorpora amplas janelas de vidro de seis metros de largura, proporcionando vista panorâmica contínua para as águas do fiorde Última Esperanza. A operação gastronômica centraliza sua produção em insumos nativos da região austral, estruturando o cardápio com opções como centolla, cordeiro da Patagônia e frutos locais como o calafate.

O setor de expedições dispõe de barcos próprios para navegação através dos canais gelados, permitindo o acesso direto aos glaciares Balmaceda e Serrano. A estrutura de relaxamento possui um spa equipado com saunas e piscinas aquecidas com transição entre ambientes internos e externos, sempre com vista para as montanhas.

4. Borgo Santo Pietro

A Toscana vivida sem pressa

Nem todo hotel precisa estar diante de um monumento famoso ou em uma ilha remota para ser extraordinário.

No interior da Toscana, o Borgo Santo Pietro ocupa uma propriedade histórica cercada por jardins, campos, vinhedos e áreas de cultivo.

A experiência está justamente na possibilidade de viver a região de dentro para fora.

Ingredientes utilizados na gastronomia vêm da própria propriedade. O jardim faz parte do cotidiano. Há experiências gastronômicas, aulas de culinária, spa e atividades que permitem conhecer um lado mais tranquilo da Toscana.

É uma hospedagem que convida a fazer menos.

Passar algumas horas caminhando pela propriedade, almoçar sem pressa, aproveitar o spa e simplesmente observar a paisagem pode ser tão importante quanto sair para conhecer as cidades históricas da região.

O que torna especial: a conexão entre gastronomia, agricultura, bem-estar e a paisagem toscana.

Ideal para: Casais, famílias, amantes de gastronomia e viajantes que gostam de viagens com ritmo mais tranquilo.

Combine com: Um roteiro pela Toscana que inclua cidades históricas, vinícolas e pequenas localidades da região.

Instalado em uma fazenda do século XIII que originalmente servia como ponto de descanso e cura para peregrinos medievais

O complexo ocupa hoje uma propriedade orgânica de 300 acres. A operação gastronômica é encabeçada pelo restaurante Saporium, reconhecido com estrelas Michelin e a Estrela Verde de sustentabilidade, que opera sob um modelo estrito de quilômetro zero.

A cozinha é abastecida pelo próprio terreno, que abriga ovelhas, porcos, galinhas, abelhas e hortas culinárias, além de contar com um laboratório de fermentação exclusivo.

A infraestrutura possui apenas 22 quartos e suítes, cuja arquitetura de interiores preserva lareiras abertas, poltronas de couro e adegas de tijolos aparentes. Algumas acomodações oferecem total privacidade através de jardins murados e piscinas exclusivas.

A autossuficiência do hotel se estende ao bem-estar por meio do laboratório botânico Seed to Skin, que produz no próprio local os cosméticos utilizados nas terapias holísticas do spa. O projeto ainda integra uma escola de culinária e uma academia estruturada na floresta, materializando um conceito de hospitalidade focado na autossustentabilidade.

3. Capella Bangkok

Quando a cidade continua lá fora, mas o hotel cria seu próprio ritmo

Bangkok é uma cidade intensa.

Templos, mercados, restaurantes, trânsito, vida noturna e uma energia que parece não parar nunca.

Às margens do rio Chao Phraya, o Capella Bangkok oferece justamente o contraponto.

A propriedade tem uma escala mais intimista do que muitos dos grandes hotéis da cidade e aposta em interiores contemporâneos, espaços tranquilos e uma relação muito próxima com o rio.

Algumas acomodações têm piscina privativa e vista para a água, enquanto a gastronomia ocupa um papel importante na experiência.

O resultado é um hotel que funciona tanto como base para explorar Bangkok quanto como lugar onde vale a pena passar algumas horas sem fazer absolutamente nada.

O que torna especial: a combinação entre localização urbana, privacidade, gastronomia e uma atmosfera muito mais tranquila do que a energia habitual de Bangkok.

Ideal para: Casais, famílias e viajantes que gostam de combinar grandes cidades com momentos de pausa.

Combine com: Uma viagem pela Tailândia que inclua Bangkok, praias e experiências culturais pelo país.

 Reconhecido como o número um na lista The World’s 50 Best Hotels 2024

O complexo dispõe de 101 acomodações estruturadas para garantir vista panorâmica e ininterrupta para o rio Chao Phraya. A tipologia das vilas é uma raridade no cenário urbano da capital tailandesa, oferecendo piscinas de imersão exclusivas e jardins privados diretamente na margem do rio.

O eixo gastronômico é encabeçado pelo restaurante Côte, chancelado com estrela Michelin e desenvolvido pelo chef Mauro Colagreco, com foco na culinária das rivieras francesa e italiana, operando em conjunto com o restaurante Phra Nakhon, dedicado a receitas tailandesas tradicionais.

A infraestrutura de relaxamento centraliza suas atividades no Auriga Wellness, spa equipado com um extenso circuito de hidroterapia e voltado a métodos curativos asiáticos.

A organização da estadia inclui a assistência do Capella Culturist, um profissional encarregado de estruturar roteiros focados no acesso ao distrito criativo de Charoenkrung, facilitando a imersão em ateliês, galerias independentes e comércio histórico local.

2. Soneva Jani

Quando a hospedagem vira uma experiência por si só

Nas Maldivas, é fácil encontrar hotéis cercados por águas cristalinas.

O Soneva Jani leva essa ideia a outro nível.

Localizado em uma lagoa de águas claras, o resort combina villas sobre o mar, experiências gastronômicas, atividades aquáticas e espaços pensados para aproveitar o ambiente natural.

Mas talvez o mais interessante seja a maneira como o hotel transforma a própria estadia em uma sucessão de pequenas experiências.

Um almoço em meio à natureza. Um passeio de bicicleta. Um mergulho. Uma noite sob as estrelas. Um dia inteiro sem olhar para o relógio.

As villas, com acesso direto à água e elementos como piscinas privativas e escorregadores que terminam na lagoa, fazem com que o quarto deixe de ser apenas um espaço de descanso.

É quase um destino dentro do destino.

O que torna especial: a combinação entre natureza, privacidade, experiências e uma proposta que permite aproveitar a hospedagem no próprio ritmo.

Ideal para: Casais, famílias, lua de mel e viajantes que querem transformar alguns dias de descanso em uma experiência completa.

Combine com: Sri Lanka, criando uma viagem que começa entre cultura, natureza e gastronomia e termina alguns dias de absoluto descanso sobre o Oceano Índico.

Opera sob a filosofia “no news, no shoes”, na qual os calçados dos hóspedes são recolhidos na chegada para estimular o contato tátil com a natureza e o distanciamento digital.

A arquitetura das acomodações emprega majoritariamente madeiras de reflorestamento e integra um sistema de tetos retráteis automatizados sobre as camas principais, permitindo a observação do céu noturno de dentro do ambiente. A estrutura voltada à astronomia inclui o So Starstruck, o primeiro observatório sobre as águas das Maldivas, que abriga um telescópio de nível profissional e mesas para jantares guiados por um astrônomo residente.

O polo gastronômico e social do resort concentra-se no The Gathering, uma estrutura de três andares sobre a água que reúne restaurantes de cozinha internacional, adegas climatizadas e galerias.

O eixo de saúde é estruturado pelo Soneva Soul, um centro focado na medicina preventiva que oferece desde práticas milenares de Ayurveda e naturopatia até tratamentos modernos de oxigenoterapia hiperbárica, tudo sustentado por uma operação altamente focada em sustentabilidade, com usina própria de reciclagem e dessalinização de água.

1. The Brando

Um atol particular onde o hotel e a natureza são inseparáveis

Chegamos ao primeiro lugar da nossa seleção.

Em Tetiaroa, na Polinésia Francesa, The Brando ocupa um atol que parece existir em um mundo próprio.

A propriedade tem apenas 35 villas distribuídas em meio à paisagem tropical, com acesso direto à praia e piscinas privativas.

Mas a experiência vai além da imagem de um paraíso tropical.

A preservação do ambiente e a pesquisa científica fazem parte da proposta da propriedade. O atol abriga projetos relacionados à conservação e recebe pesquisadores que estudam seu ecossistema.

É justamente essa combinação que faz do The Brando algo diferente.

O hóspede pode passar o dia entre praia, mergulho, gastronomia e tratamentos de bem-estar, mas está também em um ambiente natural cuidadosamente preservado.

Aqui, o hotel não foi colocado em um destino paradisíaco.

Ele faz parte dele.

O que torna especial: a combinação entre exclusividade, natureza preservada, privacidade e experiências ligadas ao ecossistema local.

Ideal para: Casais, lua de mel, famílias e viajantes que procuram uma experiência de ilha realmente especial.

Combine com: Tahiti e outras ilhas da Polinésia Francesa, criando uma viagem pelo Pacífico Sul que combine cultura, natureza e alguns dias de total desconexão.

O atol de Tetiaroa abrigava historicamente a realeza da Polinésia antes de ser adquirido pelo ator Marlon Brando.

A logística de chegada ao complexo é realizada de maneira exclusiva pelos aviões privados da Air Tetiaroa partindo de Papeete. A engenharia da propriedade é pioneira na hotelaria global ao possuir a certificação LEED Platinum, operando sob total neutralidade de carbono.

O controle térmico dos ambientes utiliza o sistema SWAC, uma tecnologia que capta água gelada diretamente das profundezas do oceano para refrigerar as instalações.

A operação científica da Tetiaroa Society inclui laboratórios ativos no local focados no monitoramento de recifes de corais e na proteção de ninhos de tartarugas marinhas.

A arquitetura incorpora coberturas de folhas de pandano e madeiras certificadas que mimetizam a vegetação costeira. O centro de relaxamento Varua Te Ora foi desenhado sobre um lago natural e inclui casulos de tratamento construídos nas copas das árvores.

A estrutura culinária mantém menus elaborados sob curadoria de chefs premiados, utilizando ingredientes colhidos diariamente nas hortas orgânicas cultivadas no próprio terreno.

Afinal, quando o hotel vira parte da viagem?

Escolher um hotel pode parecer uma decisão prática: localização, quarto, café da manhã, estrutura.

Mas algumas propriedades mudam completamente essa lógica.

Elas fazem você querer ficar mais tempo. Criam experiências que não existiriam sem aquele endereço. Contam histórias sobre o lugar onde estão. E, em alguns casos, são justamente o motivo pelo qual aquela viagem entrou no plano.

Talvez seja esse um dos grandes diferenciais de uma viagem bem planejada: não pensar apenas em para onde ir, mas também em como você quer viver aquele lugar.

Porque há destinos que merecem ser conhecidos.

E há hotéis que fazem você querer viajar até eles.

Planejando uma viagem em que a hospedagem também faz parte da experiência?

Na GSP Atlanta, cada viagem é pensada a partir do perfil de quem viaja, combinando destinos, hotéis e experiências para criar roteiros que façam sentido do começo ao fim.

Fale com a equipe GSP Atlanta e descubra quais propriedades podem transformar a sua próxima viagem.

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